quarta-feira, 24 de julho de 2013

14.07.2013


Nestes 2 anos, tentei ir lá 2x, das duas vezes acabei por não passar do portão, por causa do horário. A partir do momento que decidi que ia lá deixar um bouquet e percebi a "coincidência" da data do "reencontro", relaxei, convenci-me que me ias dar uma ajuda, que podia contar contigo (cada maluco com a sua pancada).
Senti-te lá, no abraço do meu pai, na alegria da Bikinhas, na maneira como a M. colou em mim e no R. e sobretudo, mais que tudo, na presença do N., esse grande anti-social mas o teu menino querido, e no modo festeiro em como ele viveu o dia, isso foi (outra) das melhores surpresas. 

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