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domingo, 22 de dezembro de 2013

O mundo rebola..

...adoro esta expressão!

Sábado 14/12
Hospital, agulhas, sangue, má disposição, caras desconhecidas, preocupação, frio.
Sábado 21/12
Um almoço (que tinha sido adiado), abraços, presentes, sobrinhos lindos, amizade. Um jantar, pukas, calor, castanhas, água pé, conversas, família. ALMA CHEIA.



P.S. Posso já ter alguns planos para 2014 mas um dos maiores é passar o dia 14/12 em casa, sem por um dedo num hospital porque depois de um 14/12/12, ter um 14/12/13, só não é anedótico porque não tem graça nenhuma. 

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

I'm never changing who I am

Quando alguém que conhecemos, nos vem tentar fazer a cabeça contra determinada pessoa que também conhecemos (quando não temos nada a ver com o que se passou), temos 2 hipóteses, tomamos o partido de um dos lados ou não tomamos partidos e ficamos alegres e contentes por não ser nada connosco. Em 4 pessoas que tentaram fazer a cabeça, a 3 não conseguiram, serviu para tirarem as suas próprias conclusões e continuarem bem com todos porque não era nada com elas mas com há sempre uma ovelha negra, conseguiram com uma e isso chateou-me, já não me chateia porque sei que ela, no sábado passado, teve consciência da figura de tontinha que fez, por se meter numa história que não era a dela.  

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

1,2,3..


Tento não me afastar disto, já estive mais longe, a verdade é que para o bem e para o mal tenho 28 anos. Sei que não somos todos iguais, nem tínhamos de o ser, e é por isso que (ainda) continuo a assobiar (algumas) vezes para o lado.. porque no fundo é tudo normal e o que importa é que está tudo bem...

quarta-feira, 8 de maio de 2013

a dar barraca desde 1985..

Desde sempre que o O. me chama de Inácia (o mais habitual), Ambrósia ou  Anastácia, geralmente só me trata por C. quando está a falar de mim a terceiros..
Hoje fui com os pais dele, entregar o convite de casamento ao irmão, cunhada, sobrinho e namorada. Ora mal vimos a minha criança mais velha e mais alta do que eu, o avô perguntou-lhe logo pela Anastácia e eu pensei "ok, também já lhe puseram um nome". Quando entreguei o convite e disse que também era extensível à namorada do P., só não sabia o nome dela, ouvi "Anastácia" e eu a rir, "sim, sim mas qual é o nome dela?", mais uma vez ouvi "Anastácia" e ainda consegui dizer "sim, eu também sou a Inácia e a Anastácia quando não sou a C", até que olhei para a cara deles e entendi que ela se chama mesmo Anastácia!!

quarta-feira, 17 de abril de 2013

não esquecer...

...e aproveitar, aproveitar tudo! Só há um momento que podemos aproveitar e esse momento chama-se agora!

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

auto-retrato


...depois de tardes como a de hoje, fico sempre com a certeza que sou uma pessoa de abraços e não de beijos.

segunda-feira, 12 de março de 2012

http://fumobrancofumopreto.blogspot.com/2011/09/sempre.html

*abraçar-te com toda a minha força, agarrar a tua mão até deixar de sentir a minha.

Continuar cá para o que for preciso, se for precisa.

Não esperar nada.

Fiz, o que precisava fazer. Estive, onde precisava estar (ponto)

sexta-feira, 9 de março de 2012

Até um dia..

Ele era dos bons, daqueles que merecia viver, dos que merecia ter saúde, dos que merecia ser feliz, dos que não merecia ter passado pelo que passou, nem perceber que tinha chegado onde chegou.
Ainda não sei se estarei lá, não sei mesmo, digo e repito que não quero forçar nada, não quero reaproximação nenhuma, só quero estar lá porque gosto dele, tal como gosto da mãe dela e dos avós mas não sou o género de pessoa que se sujeita a uma cena num velório ou funeral, não sou esse género de pessoa porque tão pouco o mereço ou tenho feitio para isso.
A S. não é qualquer pessoa, portanto se amanhã não o conseguir dizer pessoalmente, digo-o agora "lamento muito S., tanto. Queria tanto que não tivessem a passar por isto, queria que ele continuasse cá a ouvir o seu rock da pesada, a tocar guitarra ou a procurar o último gadget da moda. O teu pai era uma pessoa enorme e foi enorme até ao fim".


Para si,



(ao colocar aqui esta música, deu-me o baque que "nothing else matters")

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Há amores assim..

Que nunca têm início.

Nunca quis ser amiga de "alguém" ou quis que "alguém" fosse minha minha amiga, isso, geralmente, não se quer, acontece sem se saber bem como.

(há sempre uma primeira vez para tudo)

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

state of mind*

*ou não me faltava mais nada

domingo, 22 de janeiro de 2012

Contra factos..

Hoje estive a ler uma reportagem com o título "Não gosto do namorado da minha melhor amiga".

E ainda me ri! Posso dizer que a minha conduta (na maioria das vezes, vá) é aplaudida por todos os psicólogos que deram sua opnião, em tão interessante temática.



P.s. As palavras não gosto também serão, provavelmente, muito fortes...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Sim, passou 1 ano.
Mas continuo sem acreditar.
Sem perceber que sentido faz.
Não percebi.
Não percebo.
Não perceberei.
Porque simplesmente não faz sentido.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Outubro










P.s. é bom ter trabalho, é! mas o que eu gostava mesmo era de ter o trabalho organizado.. AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

(e não, não depende só de mim)

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

*Sempre



Parte-me o coração saber como ele está e como o conheci.

Parte-me o coração saber que, consequentemente, a tua mãe também está em baixo.

Mas o que me parte mesmo o coração é não poder abraçar-te e dar-te toda a força que fosse capaz.




Se calhar devia seguir o conselho da minha avó, se calhar.. mas o meu orgulho impede-me e o meu medo (de sempre) de ser rejeitada também.


À distância, só desejo que ele melhore, que consiga viver o melhor possível.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Há quase 10 meses*


Há dias, estava eu e a Sara numa conversa disparatada (para não variar) quando me saiu "sabes tanto" e fiquei a pensar "quem é que dizia isto?! Não ouço isto há imenso tempo". Depois fez-se o click... Pois é natural que não ouça.

E hoje ao saber que a tua S. terminou mais uma etapa, só consegui pensar em duas coisas: deves estar tão orgulhoso e LIFE SUCKS!!!


*ou parece que foi ontem (de tão inacreditável que continua a ser)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

It could be wrong, could be wrong but it should've been right

(Atenção: este texto não faz sentido nenhum, está mal escrito, foi escrito de uma só vez e tem imensos erros mas tem tudo o que me apetecia gritar).

Desiludo-me com facilidade, diariamente, e a culpa não é dos outros, é minha porque do mesmo modo que sou exigente comigo, sou exigente com os que me rodeiam. Tenho um feitio díficil, às vezes acho que não há ninguém com mais mau feitio que eu. Nunca fui de ter (ou achar que tinha) mil amigos, não, sempre gostei de ter um grupo de amigos pequeno mas bom. Sempre achei que as pessoas me achavam antipática à primeira vista e nunca fui de me "apaixonar" por determinada pessoa por estar com ela uns momentos, mas de quem gosto, gosto. Sempre fui assim, não é de hoje nem de ontem.
Deixei duas amizades pelo caminho (e se eu gostava dessas duas pessoas), não foi um fim, considero que as deixei a meio, e só eu sei o que me custou mas actualmente não me custa. Tento lembrar-me de quando tive a discussão enorme que tive com a S. e não me lembro, não me lembro de uma única palavra de que lhe disse e muito menos do que ouvi (ainda bem que me lembro que estávamos num autocarro 794, caso contrário começava a pensar em alzheimer). Sei que nesse dia ainda trocámos mails com mais um chorrilho de palavras acusatórias e não me lembro do que escrevi nem do que li. Ontem disse a brincar que tinha memória selectiva e se calhar é mesmo isso porque me lembro das inúmeras horas que passámos ao telefone, lembro-me das férias de verão, lembro-me dos presentes, do bolo de chocolate da mãe dela, lembro-me da ida dela à Madeira, da Viagem de Finalistas, lembro-me de lhe contar da minha paixão assolapada pelo R., lembro-me dos amores e desamores dela, lembro-me de lhe contar que ia ser madrinha do R. e lembro-me do nascimento do D. dela, lembro-me tão bem do concerto de The Moffatts como do de Robbie Williams, lembro-me de não ter estudado nada no dia que o avô dela morreu e lembro-me de não ir ao funeral porque tinha teste. Podem achar que trato as coisas com demasiada leveza ou que não gostava assim tanto dela, ou não erámos assim tão amigas, porque ninguém se esqueceria do dia que deixou de falar à melhor amiga, podem, até podem achar que o mundo é quadrado porque só eu sei o que senti, o que custou e o que doeu.
Chamem-me naif, tolinha mas gosto, de facto, de ver o lado bom das coisas e sei que se a S. ou a C. tivessem continuado na minha vida, se calhar pessoas que hoje são tão importantes, não o seriam. O espaço delas não foi preenchido, continua cá com tudo de bom que as nossas relações tiveram, que foi tanto. Não nos chateámos porque elas fossem más pessoas ou me tivessem atraiçoado, não. Chateámo-nos por um acumular de episódios mal resolvidos, porque tínhamos 20 anos, ciúmes, mau feitio e éramos muito amigas (ninguém se chateia da maneira que nós nos chateámos com conhecidos). Não sou ninguém para não dar uma segunda oportunidade a outra pessoa, caramba, eu sou um poço de imperfeições, de falhas. Sei que a morte do S. me fez (re)pensar em muita coisa, percebi que de facto só temos uma vida, temos esta vida e que não devemos deixar nada por fazer, nada por dizer. Não é por isso, que irei a correr para os braços dela(s) mas é (muito) por isso que se elas derem o primeiro passo, não serei eu que irei virar costas. O mundo rebola...


P.s. Cada um reage à sua maneira e esta não se trata de todo da fórmula da maneira certa de (re)agir, trata-se só da minha maneira.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

O tempo não sabe nada, o tempo não tem razão!

6 meses. Muito tempo? Pouco tempo? Tempo suficiente? Não sei.
Sei que o coração fica cheio com uma ou duas pessoas com quem só estive 6 meses e basta encontramo-nos para parecer que deixámos de estar juntas ontem, quando na realidade já me "mudei" há dois anos.
Ainda a semana passada disse que não, que já queria voltar para Moscovo, que tal como Moscovo tinha mudado, também eu já não era a mesma mas depois destes (re)encontros fico sempre com a sensação que voltava no minuto a seguir.

P.s. Só por causa disto, o telefonema que ando para fazer há dias, não há-de passar de amanhã!

terça-feira, 22 de março de 2011

Where is (you)

Tenho-me lembrado muito de ti nos últimos tempos.
Por nada em particular, apenas porque sim.
Porque não esqueço os momentos que passámos, as conversas que tivemos, as que não tivemos, as piadas que dissemos, as que não tinham piada nenhuma, as que só nós percebíamos e que às vezes nem percebíamos porquê.
Porque como já te tinha dito, não me lembro quando a nossa amizade começou, quando nos tornámos melhores amigos (?).
Sei que ainda me custa muito. Sei que preciso de o expressar. Sei que não sei como o fazer. Sei que acho tudo isto estranho. Sei que vejo fotos tuas, nossas, de todos, e só consigo pensar QUE ESTUPIDEZ!
Porque só pode ser estúpido perdermos um amigo, ainda por cima sem fazer sentido e sem haver volta a dar.
Porque sabes bem que continuas a ser especial, que nos marcaste, que marcarás sempre.
Porque me lembro daquela gala, aquela em que os meus braços não pararam, só porque tu não deixaste.

E porque isso acontece muitas vezes e sempre que esta música passa.
Sabes tanto! Porque sabes!

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Constatações*


Quase 4 meses depois, dei comigo a fazer uma limpeza aos meus mais de 1500 mails e a guardar religiosamente todos os que tinham o teu nome como remetente!

*a vida continua mas tu continuas sem ser esquecido

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Amizade

"Perdi.te, por um tempo indeterminado, de um momento para o outro, num abrir e fechar de olhos. Perdi.te, sem perceber como nem porquê!
Conhecia.te como a palma das minhas mãos e custa.me a acreditar que já não te conheça. Mas, ou as minhas mãos mudaram ou então tu estás diferente.
Conheço os teus motivos, não pela tua boca, e dou.te razão. Mas talvez a culpa não seja só minha!
Hoje tento juntar as peças do puzzle da nossa amizade, uma por uma, mas não sei onde errei. Talvez tu me podesses dizer se falasses comigo. Gosto demasiado de ti. Mas neste momento sinto.me à deriva. Tenho medo que já se tenham perdido peças que não voltemos a recuperar. Peças que jamais encontraremos e consigamos colocar no puzzle. Apesar de tudo, ocupas ainda, hoje, um lugar bem especial no meu coração e, sempre que precisares, estarei aqui, para ti, de braços abertos. Mais? Não me peças. Não te posso dar algo que não sei bem o que é. Tenho pena e espero que reatemos uma coisa que nunca quis perder e ainda hoje não quero.
Olha à tua volta. Tanta gente a fazer.te mal e a única pessoa que culpas sou eu.
Sei que és uma pessoa carente e especial. Uma pessoa que precisa de doses redobradas de atenção... E eu sempre tive isso tudo pra te dar. Talvez ainda tenha se as quiseres.
Não sei mais o que dizer nem o que fazer. O meu orgulho impede.me de fazer o que devo e eu agradeço.lhe."



Este texto não é meu, li-o há muito tempo num blog do qual já não me recordo o nome e nessa altura retratava na PERFEIÇÃO a situação pela qual estava a passar.
Hoje, as peças do puzzle perderam-se para sempre mas apeteceu-me publicá-lo porque vi a amiga que tive em tempos e senti um vazio cá dentro. Prefiro não vê-la, fico sempre a pensar no que foi e já não é, nem volta a ser, e é-me, ainda hoje, impossível não ficar triste.
Ainda hoje era capaz de voltar a falar contigo, sabes? Caramba durante toda a tua vida foram tantas as pessoas com quem deixaste de falar e depois voltaste a falar. Seria eu a pior pessoa do teu mundo? Acho que não. Se era o que mudava se pudesse voltar atrás no tempo, era! Mesmo que ninguém entenda, mesmo que tu não entendas.
Não me lembro do momento em que ficámos amigas mas também não me lembro do momento em que o deixámos de ser.